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Volkswagem e Apple estudam “iCar” August 31, 2007

Posted by LCM in Estratégia.
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A Apple e a Volkswagem estão a estudar a criação de um carro que alargará o conceito “i” da Apple. Muito mais que simples produtos, um modo de vida, não faltaram, por certo, muitos interessados. É facilmente previsível o sucesso desta acção.

Say hello to iPhone.

    Uma boa notícia para todos os fans do “i” e uma mestria da máquina de marketing da Apple. Neste contexto, ambos têm muito a ganhar, uma relação win-win.

    Internet é o principal suporte mediático August 29, 2007

    Posted by LCM in Media, Web social.
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    O tempo dedicado a navegar na internet é superior ao dispendido a ver televisão, concluiu um estudo online divulgado ontem pela IBM. Segundo os números apresentados, 19% dos inquiridos afirmaram passar seis ou mais horas por dia na utilização da internet, enquanto que apenas 9% admitiram ter o mesmo nível de consumo de televisão.

    Contudo, quando se trata de consumos inferiores (uma a quatro horas), os valores encontram-se mais próximos; 66% afirmam visionar televisão, contra 60% na utilização pessoal de internet.

    Segundo o estudo da IBM Institute for Business Value (realizado em mais de 2400 residências particulares nos Estados Unidos, Reino Unido, Alemanha, Japão e Austrália), as receitas da publicidade irão seguir as tendências dos consumidores.

    O estudo revelou ainda que no Reino Unido os consumidores de televisão em formato digital reduziram o seu consumo de televisão tradicional.

    M&P

    SEO, a comunicação e os media August 29, 2007

    Posted by LCM in Media, Relações Públicas, Web social.
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    Em termos macro, a comunicação, clássica ou tradicional, visava um determinado posicionamento, que a empresa|instituição, pretendia obter. As mensagens, eram consequência de uma estratégia de comunicação, em sentido lato, desenhada ao pormenor, com o intuito de beneficiar a empresa|organização ou produto|serviço, de lhes dar uma determinada imagem e reputação.

      Nesta lógica, procurava-se comunicar para um determinado target, com uma identidade e conceito próprios. A mensagem era moldada ao target, destacando o que de mais importante queríamos comunicar, mas não abdicava de transmitir o que o emissor julgasse mas relevante e inovador. Esqueçam o passado, o SEO veio para ficar.

        Com a evolução da internet, no sentido do exponencial crescimento de utilizadores, com capacidade de pesquisa, o mais importante é que as mensagens contenham as palavras que são mais pesquisadas em relação a determinadas empresas|instituições ou produtos|serviços.

          O aparecimento de várias ferramentas no mercado que ajudam nesta tarefa tem tido um crescendo acentuado, sinal claro de uma forte procura.

            Conclusão: apesar de ser importante dar destaque ao que de mais relevante queremos comunicar, devemos fazê-lo, tendo em conta quais as palavras relacionadas mais pesquisadas, para assim garantir o sucesso da comunicação. É evidente que é uma questão de construção dos textos, que facilmente, sem alterar o sentido, podemos ajustá-lo às buzz words. Preocupante? Só o “princípio”, não estamos a comunicar a mensagem que queremos, antes o que sabemos que o target procura. 

              Senão vejamos, com a evolução natural da internet e da web social, este “princípio” também se aplica aos meios de comunicação social. Terão, quantos mais acessos aos seus sites, quanto mais tags incluírem nos seus textos. Continua a ser apenas uma questão de particularidades do texto, de pormenores de escrita, de mais umas palavras, mas o mau “princípio” está lá. Teremos informação à medida do consumidor de forma aberta e declarada? O futuro trará a resposta.

              Gestão da informação August 28, 2007

              Posted by LCM in Information Management.
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              Estive hoje numa reunião com um Cliente que trabalha com a Manchete há onze anos. Lembrei-me que nessa altura a informação era enviada diariamente por fax, seguindo semanalmente uma compilação de toda a informação, encadernada e organizada por áreas de negócio, que então era entregue à administração. Este formato, de entrega da informação por fax ou estafeta, era então o mais evoluído.

                Algum tempo depois, surgiu o envio de informação via RDIS. Uma estação de trabalho, vulgo computador, recebia a informação, através de uma ligação ponto-a-ponto, que ficava disponível para a direcção de comunicação. O processo seguinte era idêntico, alguém imprimia, tirava fotocópias e entregava as compilações em papel.

                  Com a chegada da internet, o conceito de gestão da informação noticiosa sofreu uma alteração profunda. O novo sistema desenvolvido, permitia a partilha a informação por toda a empresa ou instituição. Esta revolução, permitiu que todos os colaboradores tivessem acesso à informação e dela fizessem uso.

                  Nos nossos dias, toda a tecnologia está ao serviço da informação: receber SMS, visualizar a informação no PDA, receber compilações ou alertas por e-mail, visualizar notícias de televisão, tudo de encontra a um clique.

                  Google

                  O futuro, passará por pesquisas inteligentes. Estaremos numa área em que o Google e a Yahoo têm vantagem indiscutível.Vamos ver quem coloca em rede o primeiro sistema de pesquisa em vídeo.

                  Agências de RP estão a usar a Wikipédia August 24, 2007

                  Posted by LCM in Relações Públicas.
                  1 comment so far

                  Pelo menos seis das dez maiores agências de relações públicas britânicas foram apanhadas no ano passado, pela administração da Wikipédia, a editar os perfis dos seus clientes. O fundador da enciclopédia online, Jimmy Wales, ameaçou estas empresas de banir o seu acesso caso persistam nesta actividade.

                  WK

                  De acordo com a notícia da PR Week, as situações foram verificadas pelo novo programa da Wikipédia, o WikiScanner, destinado a fazer o rastreio dos endereços IP dos utilizadores que editam os artigos no site da enciclopédia. A FD, Freud Communications, Weber Shandwick e Hill & Knowlton são as agências mais citadas em casos de edição de artigos relacionados com os seus clientes.

                  M&P