Google prepara plataforma de desenvolvimento de widgets October 31, 2007
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A Google uniu-se a um grupo de empresas tecnológicas para criarem em conjunto um standard que facilite aos criadores de software o desenvolvimento de programas para redes sociais. Entre os colaboradores do projecto encontram-se empresas como a LinkedIn, Friendster, Plaxo, Ning e outras como a Oracle e a Salesforce.

O objectivo é criar um ponto de partida para a criação de ferramentas que permitam a partilha de música, fotos, vídeos e outras aplicações que facilitem a troca de ficheiros e acrescentem pontos de interesse às redes sociais.
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A estratégia denomina-se OpenSocial e reflecte a necessidade cada vez maior de acompanhar as tendências das redes sociais on-line que apresentam novas ofertas praticamente todos os dias. Basta lembrar o caso do Facebook que desde Maio já conta com quase 6 mil novas aplicações.
SG
Investimento publicitário nos 3.185.108 mil euros October 29, 2007
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O investimento publicitário em media nos primeiros nove meses do ano cifrou-se nos 3.185.108 mil euros, a preços de tabela, segundo dados divulgados pela MediaMonitor.
No mês de Setembro a televisão foi o meio que mais investimento captou: 258.907 mil euros a preços de tabela, o que representou uma pequena descida em relação à performance de Agosto. Em sentido inverso, a imprensa conseguiu aumentar o investimento publicitário, para os 65.455 mil euros. De seguida surge o Outdoor, que mostra também uma ligeira subida para os 21.648 mil euros. Em sentido inverso está o meio rádio, que desce para os 14.941 mil euros e o cinema, para os 1.778 mil euros. O total do investimento publicitário no mês de Setembro fixou-se nos 362.729 mil euros.
A TVI foi o meio que mais investimento captou, com 1.003.261 mil euros a preços de tabela, seguida da SIC, RTP e TV Cabo. A editora Global Notícias, do grupo Controlinveste, tem o melhor desempenho ao nível da imprensa com 95.007 mil euros, a JCDecaux ao nível do Outdoor (94.566 mil euros) e a Media Capital Rádios no meio rádio (47.962 mil euros).
M&P
PS: Ainda um dia haveremos de saber o investimento real. Estaremos a falar de 1/3 do investimento de tabela? Ou estou a ser optimista?
Portugal lidera ranking da desconfiança October 26, 2007
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Dado que o artigo é extenso, deixo um sumário executivo para introdução:
- Os portugueses são o povo mais desconfiado da Europa Ocidental.
- A “ausência de confiança generalizada nos outros e nas instituições é mensurável e afecta a economia e a sociedade em geral”.
- Apenas os turcos conseguem ser ainda mais desconfiados.
- A desconfiança “afecta, obviamente, a economia” e indicia incapacidade das pessoas para trabalharem com outras em rede.
- A desconfiança social afecta, sem dúvida nenhuma, a competitividade.
- Os diplomatas portugueses foram os que mais infracções de trânsito cometeram.
- Para quase 20 por cento dos portugueses e franceses “para se chegar ao topo, é necessário ser corrupto”.
Agora as questões que ficaram por responder:
Qual a relação desta desconfiança com a reputação do país, dos políticos e dos empresários?
Os políticos actuais, de fraco intelecto, contribuem para esta situação?
Será o Estado o principal motor desta desconfiança?
Um país com esta cultura poderá alguma vez triunfar?
Está alguém preocupado em Portugal com a comunicação interna? (Como se faz em todas as empresas)
Artigo da Lusa:
Lisboa, 26 Out (Lusa) - Os portugueses são o povo mais desconfiado da Europa Ocidental e ocupam a 25ª posição entre 26 países num estudo da OCDE destinado a medir a amplitude da desconfiança e falta de civismo dos diferentes povos recenseados.
Os estudos da OCDE e da “World Values Survey”, citados no novo livro “A Sociedade da Desconfiança, por dois economistas franceses do Centro para a Pesquisa Económica e suas Aplicações (CEPREMAP), demonstram que esta “ausência de confiança generalizada nos outros e nas instituições é mensurável e afecta a economia e a sociedade em geral” em todos os países avaliados.
Os portugueses são, em média, os europeus mais desconfiados, à frente dos franceses (24º lugar) e da maioria dos outros povos desenvolvidos, de acordo com uma outra sondagem realizada entre 1990 e 2000 pela «World Values Survey» que inclui os países membros da OCDE, nomeadamente EUA, Japão, Austrália e Canadá. No último lugar, imediatamente depois de Portugal, apenas os turcos conseguem ser ainda mais desconfiados.
Em resposta à pergunta, “regra geral, pensa que é possível confiar nos outros ou acha que a desconfiança nunca é suficiente?”, os portugueses ficaram no último lugar, com menos de 18 por cento a responderem afirmativamente. Os franceses situam-se imediatamente a seguir em termos de desconfiança média relativamente aos demais e às instituições.
No outro extremo, 66 por cento dos suecos e 60 por cento dos dinamarqueses admitem por regra confiar nas outras pessoas e nas suas instituições.
Numa comparação entre pessoas com o mesmo nível escolar, sexo, situação familiar, religião e orientação política, face aos noruegueses que ocupam o primeiro lugar relativo aos que mais confiam, os portugueses só ficam à frente da França, Hungria, Turquia e Grécia.
O economista e professor universitário Mira Amaral disse à Lusa “não ter ficado surpreendido” com estas estatísticas. Para o antigo ministro da Indústria do primeiro governo de Aníbal Cavaco Silva, a desconfiança “afecta, obviamente, a economia” e indicia incapacidade das pessoas para trabalharem com outras em rede.
“A desconfiança mostra que não acreditamos nas outras pessoas e no país, e quando uma pessoa não confia no seu país não investe”, sublinhou, acrescentando que os portugueses “são pouco liberais e muito estatistas”.
Opinião semelhante tem o economista António Nogueira Leite para quem “a desconfiança social afecta, sem dúvida nenhuma a competitividade” ao criar entropias que complicam as relações económicas e por implicarem o “falhanço de alternativas” válidas. “É um indicador importante”, afirmou, referindo-se às estatísticas recolhidas nestes estudos.
O também economista e professor universitário João César das Neves, embora só concorde em termos gerais, afirma-se “surpreendido” com a colocação de Portugal porque, apesar dos portugueses serem um “povo muito desconfiado há pior na Europa”.
Graças aos franceses, que em regra se situam nos estudos citados quase sempre pior colocados, os portugueses são os menos cívicos e apenas ultrapassados por mexicanos e franceses, ocupando também a terceira posição entre os povos que acham legítimo receber apoios estatais indevidos (baixas por doença, subsídios de desemprego etc.), adquirir bens roubados (14º lugar para os portugueses contra 20º lugar dos franceses) ou aceitar luvas no exercício das suas funções (12º lugar para os portugueses para 21º lugar dos franceses).
Para Mira Amaral estas estatísticas tornam evidente também o problema do Estado providência que não suporta indefinidamente os abusos de pessoas sem escrúpulos que recebem apoios sociais indevidos através de métodos fraudulentos, por exemplo para conseguirem baixas médicas.
“Este comportamento não é atávico” nos portugueses, no sentido de que não possa ser remediado, mas é “uma grande pecha”, afirma.
A maioria dos inquiridos nos estudos da OCDE e no livro diz, contudo, condenar a falta de civismo, qualquer que seja o país considerado. No entanto, os habitantes dos países nórdicos e anglo-saxónicos são maioritários em relação aos do Mediterrâneo ao considerarem que tais actos nunca se justificam.
Os autores dos diferentes estudos chegam à conclusão que a falta de civismo é transversal a todas as sociedades e não apenas às pessoas com menor nível escolar.
De acordo com o comportamento registado entre os diplomatas de 146 países nas Nações Unidas, e nos consulados em Nova Iorque, no que respeita ao cumprimento das regras de trânsito, constata-se que entre 1997 e 2005 os diplomatas portugueses foram os que mais infracções cometeram, mas beneficiando de imunidade, entre os ocidentais (68º lugar), bastante pior situados do que os espanhóis (52º) e só à frente dos franceses (78º).
Na longa lista de estatísticas sobre comportamento, o das empresas portuguesas no estrangeiro são as que menos envergonham ao situarem-se a meio da tabela, no 15º lugar, entre as que menos tentativas fazem para corromper nos mercados onde se instalam.
Segue-se uma lista decrescente integrada pela França, Espanha, EUA, Bélgica, Holanda, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Áustria, Austrália, Suécia e Suiça.
As empresas que mais tentativas de corrupção fazem são as da Índia, China, Rússia, Turquia, Taiwan, Malásia, África do Sul, Brasil, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Itália, Israel, Hong Kong, e México.
Para quase 20 por cento dos portugueses e franceses “para se chegar ao topo, é necessário ser corrupto“.
Neste aspecto, Mira Amaral faz questão de explicar que existem duas motivações. Uma assente na inveja dos que não suportam ver alguém triunfar, e outra dimensão baseada na convicção justificada do povo de que a classe política, através de esquemas, promoções e “amiguismo”, consegue obter mais privilégios do que os devidos.
“A promiscuidade entre grupos económicos e políticos leva as pessoas a terem alguma razão nessa sua desconfiança“, constata Mira Amaral.
“Hoje em dia não se é premiado por se ter tido uma boa carreira, mas por amiguismo”, sublinha o antigo governante que confirma ter constatado inúmeras vezes este fenómeno e o ter sofrido na pele.
O antigo ministro reconhece que “há um grande tráfico de influências e de amiguismo” que favorece indevidamente os circulos que disso beneficiam.
Belgas, Franceses, italianos e portugueses são os povos europeus que menos confiam na sua administração da justiça, contra os dinamarqueses que ocupam o 1º lugar entre os que mais confiança depositam no respectivo sistema judicial.
Curiosamente, os portugueses são dos que mais confiam no seu parlamento (9º lugar), apenas atrás da Suíça, Espanha, Áustria, Finlândia, Dinamarca, Suécia, Holanda e Noruega, e ocupam paradoxalmente o mesmo lugar no “ranking” dos que mais confiam nos sindicatos, apesar das elevadas taxas de desvinculação sindical.
Os mexicanos, seguidos dos turcos, checos, gregos e franceses são os que declaram não ter “nenhuma confiança” nos respectivos parlamentos.
No seu livro “A Sociedade da Desconfiança”, Yann Algan e Pierre Cahuc consideram que a origem da desconfiança se baseia no corporativismo e no estatismo. Essa mistura criou em vários países um “círculo vicioso de desconfiança e de disfunções do modelo económico e social”, liquidando a bandeira do universalismo que alguns povos gostam de apresentar.
O estudo dos dois economistas franceses revela que, se não existisse uma desconfiança tão elevada em relação às outras pessoas e às instituições (governo, parlamento, sindicatos), em média por habitante, os portugueses teriam aumentado em 18 por cento os seus rendimentos médios entre os anos 2000 e 2003 com efeitos idênticos sobre o PIB.
João César das Neves considera que a desconfiança é “sem dúvida” um elemento importante para a dinâmica económica, mas que ela é, antes de mais, uma “terrível influência para a vida social e o equilíbrio pessoal e familiar“. Para este economista, o efeito sobre o crescimento ainda é o menos importante.
Os autores do estudo dizem relativamente à França, citando os principais líderes políticos, entre os quais Francois Bayrou, que o país vive a “mais grave crise da sua história recente, e que esta é uma crise de confiança” nas instituições e nos diferentes órgãos do Estado.
Mira Amaral concorda e considera que “genericamente as estatísticas apresentadas também estão de acordo com as características dos portugueses como povo”.
João César das Neves acha que esse elemento é importante, mas secundário, sublinhando mais o facto de vivermos numa época de transição social, com enorme transformação das instituições, hábitos e costumes e a consequente crise cultural, que é particularmente visível na Europa.
“Além disso, a tradicional tendência portuguesa para a violação das regras também tem efeitos, junto com a má qualidade da classe política”, destaca.
Pouco optimista, afirma que a desconfiança tem flutuado ligeiramente com as crises económicas e políticas. “Estamos hoje melhor que há três anos, mas pior que há dez. Mas trata-se de pequenas alterações à volta de um nível baixo”, conclui.
O velho ditado com “um olho no burro e outro no cigano” parece continuar a guiar o comportamento quotidiano dos portugueses.
SRS.
Lusa/fim
O maior anúncio do mundo October 25, 2007
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Uma imagem vale mais que 1000 palavras.
Principalmente, se a imagem tiver a dimensão de 3 campos de futebol, 20.000 metros quadrados.

Foi o que pensou a empresa britânia de publicidade, Ad-Air, que colocou este anúncio no Aeroporto Internacional do Dubai.
Directores defendem auto-regulação October 25, 2007
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A auto-regulação foi o modelo defendido pelos directores dos órgãos de comunicação presentes no debate ontem promovido pela Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC), submetido ao tema Co-regulação e Auto-regulação.Por seu lado, o excesso de regulação foi alvo de críticas. Para José Manuel Fernandes, director do jornal Público, “a quantidade de legislação existente corresponde a um esforço de judicialização e regulamentação que vai para além do limite do razoável”, afirma, adiantando que gostaria que “em Portugal não houvesse a hetero-regulação da ERC”.
João Marcelino, director do Diário de Notícias, partilha a opinião de que “em Portugal há excesso de entidades reguladoras”, embora entenda que o país “não está ainda em condições de dispensar a regulação administrativa”.
Por sua vez, José Fragoso, director da TSF, defende também uma co-regulação que “envolva entidades da própria sociedade civil”, destacando a importância de “ouvir organizações da comunidade que possam dar o seu contributo”.
O presidente do Sindicato dos Jornalistas, Alfredo Maia, embora acuse também a ERC de “excessos regulatórios”, garante que actualmente no jornalismo português existe “a maior desregulação”, que vai desde a precariedade de emprego, à exploração dos profissionais e a despedimentos dentro de grupos de media. O responsável defendeu também a necessidade da auto-regulação das empresas, “através da adopção de códigos de conduta e do respeito pelos direitos dos jornalistas”.
M&P
Como medir a “grau de ligação” dos utilizadores October 25, 2007
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Segundo Eric Peterson, Engagement - que traduzo por “grau de ligação” - é a estimativa do grau de ligação e interacção de um utilizador com um determinado site, dentro dos parâmetros e objectivos pré-definidos.
Fórmula:

Veja o desenvolvimento da métrica nesta apresentação
Se ao primeiro contacto pode parecer complexa, a maioria dos experts nesta área são unânimes em descrevê-la como simples e funcional.
Microsoft e Facebook vencem primeira batalha October 25, 2007
Posted by LCM in Web social.add a comment
A aquisição de posições accionistas, relevantes, nas social media networks, como o Hi5, FaceBook ou MySpace, ainda agora começou. Os gigantes da internet entenderam, que num futuro próximo a publicidade vai passar por aqui, à medida dos utilizadores e das suas preferências. Assim, vamos assistir a grandes batalhas entre a Microsoft, Google e Yahoo e à valorização, expeculatica, das acções das SMN.

Para já a Facebook venceu a primeira batalha. Vendeu, após 3 anos e meio do seu arranque, 1,6% da empresa por 240M dólares, atingindo uma valorização de mercado de 15 biliões de dólares. A Microsoft, que pagou a quantia, pode agora vender os seu banners de publicidade, no Facebook, para os mercados fora dos EU e festejar a vitória sobre o Google e Yahoo, que também estavam na corrida. Haverá algum estudo do ROI deste projecto? Ou é meramente um palpite de que é preciso estar lá?
SCIP Europa 2007 October 24, 2007
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Começa hoje, perto de Frankfurt, o encontro anual - europeu - dos profissionais de inteligência competitiva associados da SCIP. É um centro de aprendizagem e convívio. É sempre um prazer estar aqui. Velhos e novos amigos, novas metodologias, abordagens, técnicas, estratégias… Vou partilhando insights sobre esta área de futuro.

A análise da web social October 24, 2007
Posted by LCM in Media, PR Measurement, Web social.add a comment
A Prospero Technologies, trouxe respostas sobre a forma como os marketeers encaram a web social. No estudo que desenvolveu, focou-se na forma como as empresas encaram o investimento na web social. Desta forma, o “2007 Social Media Survey” indica-nos que 6 em cada 10 empresas afirmaram que o desempenho da web social atingira ou superara os seus objectivos de marketing. Enquanto isso, 31% dos inquiridos pretende manter ou aumentar o seu budget para 2008.
Mas o mais relevante, na minha opinião, é o facto da dificuldade em obter um retorno do investimento, não preocupar os profissionais da área. A maioria respondeu que a ligação à sua marca é a mais relevante medida do sucesso da sua estratégia na web social.
Parece-me correcto.
Aliás, é a única forma de justificar um investimento sem retorno mesurável.
É mais o: “todos lá estão e nós também temos de estar”.
Geramos goodwill junto do nosso target, transmitimos as nossas mensagens chave, fazemos os nossos reviews, influenciamos o consumidor.
E no futuro?
Continuaremos assim?
Sem saber que percentagem do incremento das vendas está ligada à publicidade, às relações públicas e à web social? Não acredito. Mas aguardo para ver como um sector tão calculista vai abordar tamanha indefinição e oportunismo.
Dogpile é mais userfriendly que o Google October 23, 2007
Posted by LCM in Web social.add a comment
A J.D. Power publicou um estudo que indica que o Dogpile tem um índice de satisfação superior ao Google. Os factores apresentados para esta superioridade, baseiam-se em três características (listadas pela ordem de importância): funcionalidade, facilidade de utilização e resultados.

Pelos testes que realizei, de facto, os resultados são mais abrangentes. O site está simples e com bons níveis de usabilidade. O que mais notei, é que estou cansado de pesquisar no Google, se houver uma alternativa credível, vou ser muito pró-activo na mudança. Será que há mais pessoas assim?