Publicidade on-line cresce 21% nos EUA November 28, 2007
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Os números avançados pela Newspaper Association of America (NAA) revelam um crescimento do mercado da publicidade on-line, neste último trimestre, de 21.1% face a igual período do ano anterior. Boas notícias para os grupos nacionais que estão a investir numa estratégia global de digitalização das redacções. Estará a Impresa em vantagem? Nos EUA o mercado gastou 773 milhões de Julho a Setembro.
Controlinveste reafirma intenção de ter canal televisivo November 27, 2007
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Além do canal de televisão, Joaquim Oliveira quer lançar um novo jornal, a Sport TV3 e canais para a TSF noutras plataformas. Estes objectivos foram traçados no encontro anual de quadros
Foi no decorrer do encontro de quadros da empresa, que o presidente da Controlinveste reforçou a intenção de lançar um canal de televisão em sinal aberto, concorrendo ao desafio do Governo para a Televisão Digital Terrestre (TDT).

De acordo com o Diário de Notícias (DN), do grupo editorial a que preside, Joaquim de Oliveira acredita que um mercado «de cerca de 350 milhões de euros em publicidade que este ano vai permitir um EBITDA muito positivo aos dois operadores privados» chega para mais operadores.
Briefing
As 10 marcas mais magnéticas para os portugueses November 27, 2007
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Luso, Delta, Nívea, Agros, Ben-u-ron, Skip, Brufen, BPI, Caixa Geral de Depósitos e Dove são as 10 marcas mais magnéticas para os portugueses. As conclusões são de um estudo promovido pela Brandia Central, em parceria com a MarkLab, que avaliou a capacidade das marcas atraírem consumidores. A agência vai realizar hoje às 19h um debate no Museu da Electricidade, em Lisboa, onde vai analisar os resultados, seguido da entrega de um prémio às 10 marcas que obtiveram os melhores resultados.

Este estudo, baseado em 1097 entrevistas, pretende avaliar a notoriedade e o grau de atracção que as marcas exercem sobre os consumidores portugueses. Aos entrevistados era solicitado que identificassem as marcas que inspiram maior confiança, prestígio e identificação, em várias famílias de produtos.
M&P
Do “recorte” aos nossos dias November 26, 2007
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A actividade de Clipping, conta a história, teve início em Paris no início do século passado. Num quiosque, perto de um centro de escritórios, um cliente habitual, que tinha pouca disponibilidade para ler os jornais, perguntou ao senhor se não podia, nos tempos livres, ler e “recortar” somente aquilo que lhe interessava. Assim aconteceu, todas as manhãs o senhor fazia os recortes. Outros souberam e quiseram. Foi-se espanhando a toda a cidade e começaram a existir empresas especializadas.
A que necessidade respondiam?
Saber em tempo útil e de forma sistematizada a informação de interesse.
Para que usavam estes gestores a informação?
Para suporte à decisão, para novos negócios e para acompanhar a evolução dos mercados.
Essa necessidade ainda existe nos nossos dias?
É muito mais importante agora que há cem anos atrás.
O ambiente competitivo nunca foi tão volátil.
Nunca os ciclos económicos e as transformações tecnológicas impactaram de forma tão intensa na nossa arena competitiva. Nunca a visão e a liderança necessitaram de ter, na mesma proporção, conhecimento e intuição.
E o que aconteceu aos recortes?
Acompanharam a evolução. Passaram pelas fotocopiadoras, depois pelos scanners e hoje são trabalhados em processos 100% digitais. São parte de aplicações tecnológicas que lhes acrescentam valor, os organizam, segmentam, partilham, distribuem em qualquer formato e a qualquer hora. Passaram a gestores de informação.
E o mercado acompanhou a evolução dos “recortes”?
Grande parte sim e outra pequena não.
O sucesso está directamento ligado à nova geração de gestores de topo. Tomam o pequeno-almoço a interagir com os e-mails, a estruturar a agenda do dia e a transformar informação em conhecimento. Surgem novas ideias, tiram-se conclusões e detectam a peça que faltava para completar o puzzle. Como podemos afinal viver, nos nossos dias, sem informação?
Guilherme Costa é o próximo presidente da RTP November 26, 2007
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Guilherme Costa, actual administrador não executivo do grupo Impresa, foi o nome escolhido pelo Governo para a presidência do conselho de administração da RTP. “Guilherme Costa aceitou o convite para presidir ao conselho de administração da RTP, Rádio e Televisão de Portugal, SA, no mandato de 2008 a 2001″, informou o gabinete do ministro dos Assuntos Parlamentares, Augusto Santos Silva, em comunicado.

O novo presidente pretende “dar continuidade ao trabalho de Almerindo Marques”, afirmou Guilherme Costa ao semanário Expresso
IBM avança para a Computação Autónoma November 22, 2007
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A IBM renovou o desafio da tecnologia auto-suficiente. O objectivo? Construir sistemas que se possam regular a si mesmos, da mesma forma que o sistema nervoso autónomo regula e protege os órgãos humanos.

A Computação Autónoma está ainda directamente relacionada com outro compromisso da IBM: conduzir a indústria da tecnologia para padrões abertos, possibilitando que os computadores e software autónomos possam interagir, independentemente do seu fabricante.
Nokia investe na publicidade November 22, 2007
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A Nokia entrou, finalmente, no competitivo futuro mercado da publicidade nos aparelhos móveis. A aquisição da Enpocket foi um passo fundamental para ganhar competências específicas na área. Todos os estudos apontam para um crescimento exponencial deste mercado nos próximos anos. A grande mais-valia está no conhecimento que os operadores têm dos seus clientes e que permite a realização de acções e marketing muito direccionadas.

Sociedade da informação procura código de Ética November 21, 2007
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O desenvolvimento da Sociedade de Informação e os compromissos éticos que esta deveria abarcar estiveram hoje em discussão em Lisboa pela mão da APDSI. A associação reuniu um conjunto de convidados, do sector tecnológico, académico e empresarial, com o objectivo de dar continuidade ao debate cujo tema já foi objecto de uma conferência em 2004.
Uma das conclusões no final do colóquio recaiu na necessidade de implementar uma ética, um código que legitime as direcções do progresso e da responsabilidade social, ou, como referiu José Tribolet, professor do IST convidado para fechar a sessão, “é preciso criar um juramento de Hipócrates dirigido à Informação”, já que “não existe qualquer código de ética ou legislação no âmbito das TIC”.
Controlinveste garante haver mercado para novo canal November 21, 2007
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A SIC e a Media Capital dizem que o mercado está esgotado quanto ao lançamento de novos canais, mas a Controlinveste diz que há viabilidade para mais. «O sector da televisão não pode ser um feudo de exclusividade» afirmou à agência Lusa Rolando Oliveira, administrador da Controlinveste, acreditando que o actual mercado «sustenta mais uma licença». «Antigamente, o espectro era limitado, mas hoje, com a TDT (Televisão Digital Terrestre) e com as inovações tecnológicas, é possível ter mais licenças», explicou o administrador do grupo que detém títulos como o Diário de Notícias e o Jornal de Notícias, a rádio TSF e uma participação no canal Sport TV.
Uma segunda vez November 16, 2007
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Quando escrevi a primeira vez sobre este assunto disse que nunca imaginara fazê-lo. Uma segunda vez estava completamente fora de questão. Contudo, parece existir um certo masoquismo entre nós. A 11 de Setembro, escrevi que “…o Governo tem de agir no sentido de preservar a reputação de Portugal“, era notória a percepção incorrecta de Portugal que os media ingleses veiculavam, era urgente interferir. Mudar a imagem externa e recuperar a confiança interna. Falo do caso McCann.
O mês passado estive nos EU e UK.
É notória a forma como este caso impactou negativamente na nossa imagem.
Falei com várias pessoas, no comboio ou na universidade, e todas eram unânimes: Portugal impossibilitou a recuperação da criança por falta de eficácia, eficiência e profissionalismo.
Foi necessário os ingleses humilharem publicamente Portugal, através das palavras do assessor do eurodeputado Roger Knapmanum, para o Governo reagir. Piers Merchant, citado pelo semanário “Sol” on-line, acusou o sistema judicial português de ser “corrupto” e referiu que o Governo inglês se tem envolvido no apoio ao casal McCann porque “Portugal não tem uma verdadeira tradição de direitos civis, liberdades e democracia“.
E agora?
Vamos continuar a fingir que não se passa nada ou vamos repor a credibilidade do nosso pais?
É necessário mais para entendermos o sarcasmo a todos somos sujeitos no exterior?