Do “recorte” aos nossos dias November 26, 2007
Posted by LCM in Estratégia, Information Management.add a comment
A actividade de Clipping, conta a história, teve início em Paris no início do século passado. Num quiosque, perto de um centro de escritórios, um cliente habitual, que tinha pouca disponibilidade para ler os jornais, perguntou ao senhor se não podia, nos tempos livres, ler e “recortar” somente aquilo que lhe interessava. Assim aconteceu, todas as manhãs o senhor fazia os recortes. Outros souberam e quiseram. Foi-se espanhando a toda a cidade e começaram a existir empresas especializadas.
A que necessidade respondiam?
Saber em tempo útil e de forma sistematizada a informação de interesse.
Para que usavam estes gestores a informação?
Para suporte à decisão, para novos negócios e para acompanhar a evolução dos mercados.
Essa necessidade ainda existe nos nossos dias?
É muito mais importante agora que há cem anos atrás.
O ambiente competitivo nunca foi tão volátil.
Nunca os ciclos económicos e as transformações tecnológicas impactaram de forma tão intensa na nossa arena competitiva. Nunca a visão e a liderança necessitaram de ter, na mesma proporção, conhecimento e intuição.
E o que aconteceu aos recortes?
Acompanharam a evolução. Passaram pelas fotocopiadoras, depois pelos scanners e hoje são trabalhados em processos 100% digitais. São parte de aplicações tecnológicas que lhes acrescentam valor, os organizam, segmentam, partilham, distribuem em qualquer formato e a qualquer hora. Passaram a gestores de informação.
E o mercado acompanhou a evolução dos “recortes”?
Grande parte sim e outra pequena não.
O sucesso está directamento ligado à nova geração de gestores de topo. Tomam o pequeno-almoço a interagir com os e-mails, a estruturar a agenda do dia e a transformar informação em conhecimento. Surgem novas ideias, tiram-se conclusões e detectam a peça que faltava para completar o puzzle. Como podemos afinal viver, nos nossos dias, sem informação?
Gestão da informação August 28, 2007
Posted by LCM in Information Management.add a comment
Estive hoje numa reunião com um Cliente que trabalha com a Manchete há onze anos. Lembrei-me que nessa altura a informação era enviada diariamente por fax, seguindo semanalmente uma compilação de toda a informação, encadernada e organizada por áreas de negócio, que então era entregue à administração. Este formato, de entrega da informação por fax ou estafeta, era então o mais evoluído.
Algum tempo depois, surgiu o envio de informação via RDIS. Uma estação de trabalho, vulgo computador, recebia a informação, através de uma ligação ponto-a-ponto, que ficava disponível para a direcção de comunicação. O processo seguinte era idêntico, alguém imprimia, tirava fotocópias e entregava as compilações em papel.
Com a chegada da internet, o conceito de gestão da informação noticiosa sofreu uma alteração profunda. O novo sistema desenvolvido, permitia a partilha a informação por toda a empresa ou instituição. Esta revolução, permitiu que todos os colaboradores tivessem acesso à informação e dela fizessem uso.
Nos nossos dias, toda a tecnologia está ao serviço da informação: receber SMS, visualizar a informação no PDA, receber compilações ou alertas por e-mail, visualizar notícias de televisão, tudo de encontra a um clique.
O futuro, passará por pesquisas inteligentes. Estaremos numa área em que o Google e a Yahoo têm vantagem indiscutível.Vamos ver quem coloca em rede o primeiro sistema de pesquisa em vídeo.