Primeiro dados do Business Monitor July 3, 2008
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A AMEC finalizou o seu estudo Business Monitor que indica aos associados “premium” o comportamento do mercado. Aqui ficam os highlights do estudo sobre o mercado de avaliação da comunicação:
- 14% de crescimento anual desde 2004
- 85% do trabalho é referente a avenças contínuas
- 84% dos clientes incluem monitorização de imprensa nas suas avenças
- 29% dos clientes incluem monitorização de digital media
- 5% dos clientes incluem a monitorização da web social
Esperemos que esta perspectiva se inverta num futuro próximo. Não nos dados de crescimento, mas na desvalorização dos social media nas estratégias de comunicação. Pois este é um target essencial e ao mesmo tempo, é o futuro.
Com o prazo de candidatura fechado, a Amec Awards têm este ano o maior número de sempre de trabalhos a concurso. Reflete o êxito da associação. Só me resta esperar pelo sucesso da Manchete…
TNS anda às compras February 26, 2008
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Após ter adquirido no último mês a empresa irlandesa de media intelligence, MediaMarket, agora foi a vez da Taylor Nelson Sofres adquirir a Prospera Research, uma empresa sueca especialista em research financeiro. Vamos ver como se desenvolve esta estratégia de investimentos na região nórdica e qual será a reacção dos outros players do mercado.

Congresso internacional de PR January 28, 2008
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Este ano o evento promete.
Vejam o programa preliminar e marquem a viagem.
Uma experiência de comunicação e de vida.
Até lá.
Como medir a “grau de ligação” dos utilizadores October 25, 2007
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Segundo Eric Peterson, Engagement - que traduzo por “grau de ligação” - é a estimativa do grau de ligação e interacção de um utilizador com um determinado site, dentro dos parâmetros e objectivos pré-definidos.
Fórmula:

Veja o desenvolvimento da métrica nesta apresentação
Se ao primeiro contacto pode parecer complexa, a maioria dos experts nesta área são unânimes em descrevê-la como simples e funcional.
A análise da web social October 24, 2007
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A Prospero Technologies, trouxe respostas sobre a forma como os marketeers encaram a web social. No estudo que desenvolveu, focou-se na forma como as empresas encaram o investimento na web social. Desta forma, o “2007 Social Media Survey” indica-nos que 6 em cada 10 empresas afirmaram que o desempenho da web social atingira ou superara os seus objectivos de marketing. Enquanto isso, 31% dos inquiridos pretende manter ou aumentar o seu budget para 2008.
Mas o mais relevante, na minha opinião, é o facto da dificuldade em obter um retorno do investimento, não preocupar os profissionais da área. A maioria respondeu que a ligação à sua marca é a mais relevante medida do sucesso da sua estratégia na web social.
Parece-me correcto.
Aliás, é a única forma de justificar um investimento sem retorno mesurável.
É mais o: “todos lá estão e nós também temos de estar”.
Geramos goodwill junto do nosso target, transmitimos as nossas mensagens chave, fazemos os nossos reviews, influenciamos o consumidor.
E no futuro?
Continuaremos assim?
Sem saber que percentagem do incremento das vendas está ligada à publicidade, às relações públicas e à web social? Não acredito. Mas aguardo para ver como um sector tão calculista vai abordar tamanha indefinição e oportunismo.
What Price Reputation? July 6, 2007
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A Bussiness Week publica hoje um artigo revelador do poder da reputação e como esta se tornou um dos maiores activos de uma empresa.
Não só no que respeita à relação de confiança, em relação a serviços e produtos das empresas, que a reputação garante, mas inclusive factor relevante da performance em bolsa.
Efectividade da mensagem “PR Vs Ad” July 5, 2007
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David Michaelson e Don W. Stacks, membros do Institute for Public Relations Commission on PR Measurement & Evaluation, desenvolveram um estudo que demonstra que a efectividade da mensagem, no comportamento do consumidor, entre as relações públicas e a publicidade é idêntica, no lançamento de novos produtos.

Contudo, se não são encontradas diferenças de relevo no que concerne a dados estatísticos sobre conceitos, credibilidade, conhecimento e intençao de compra, os participantes no estudo afirmam que um artigo contém muito mais informação sobre o produto que um anúncio e que os que participantes que leram o artigo mostraram menos variação de interesse.
Estratégia e comunicação July 3, 2007
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Parece de um elementar bom senso ver a comunicação, no seu sentido mais lato, ao serviço da estratégia desenvolvida e objectivada pela empresa ou organização. Que esta, a comunicação, esteja alinhada, e seja realinhada, quantas vezes forem necessárias, de forma a prosseguir um objectivo comum.
Com esta verdade de Chabannes La Palice, entendemos, de forma fácil, que todo o processo comunicacional se tem de ir ajustando, moldando, ao desígnio máximo definido. Contudo, este acompanhamento requer um controlo, assíduo e constante. Carece de um processo de early warning que permita detectar, com antecipação, possíveis desvios e desalinhamentos.
E como podemos colocar em prática um strategic early warning system?
Como podemos acompanhar a performance da comunicação?
Entender que públicos estamos a atingir?
A que os conceitos somos associados?
Qual o nosso posicionamento no mercado?
Quais os desvios à estratégia definida?
Dependendo da dimensão e recursos da direcção de comunicação, deve em primeiro lugar definir-se se há capacidade para desenvolver in-house este projecto. Na grande maioria dos casos a resposta será não. Por várias razões, mas como as mais importantes surgem o facto de não ser esta não ser a verdadeira essência dos profissionais de comunicação (seria um desviar de recursos para uma área não core) e por outro lado - mais objectivo, o outsourcing desta actividade permite que o investimento nesta área seja menor, ressalvo investimento.
Neste sentido, a solução passa por encontrar um parceiro com know-how, quer na área de media measurement e performance, quer na vertente estratégica e competitiva. O objectivo, é encontrar quem desenvolva competências específicas quer na área dos media, quer na área da estratégia e inteligência competitiva. É esta reunião de saberes, distintos, que vai permitir auditar que o modelo de comunicação está conforme as linhas orientadoras do plano estratégico. Sem este intercâmbio, vamos sempre encontrar um gap nos resultados.
AMEC Awards 2007 July 2, 2007
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A Association for Measurement and Evaluation of Communication (AMEC), que tem por objectivo a definição dos standards e melhores práticas na área de media evalution, lançou o sexto AMEC Awards com o intuito de premiar os melhores trabalhos efectuados internacionalmente nesta área.

Empresas de todo o mundo participam neste concurso que contém várias categorias. A novidade este ano vai para o prémio “Jovem revelação”
Media Measurement July 2, 2007
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Há umas coisas que fazem, de facto, mais sentido que outras. Mas, no que respeita à ressincronização, que alguma pessoas teimam em não fazer com o presente, é algo que me assusta.
Há pessoas que estão 50 anos atrás de nós - entenda-se por nós o homem médio - e há pessoas que estão 50 anos à nossa frente. Não sei qual delas está mais errada. Se algumas defendem que o futuro se constroi com base no correcto entendimento do passado, outras há que querem construir o presente com base no futuro.
Os líderes do novo movimento de PR measurement ou media evaluation impact, continuam a defender princípios e teorias que levam 50 anos de avanço sobre as reais necessidades do mercado. É do mais básico conhecimento, que quando o produto, serviço, teoria ou movimento trazem mais-valias que não são percepcionadas pelo consumidor, não acrescentam qualquer valor real. Ninguém compra.
Então porque assistimos a descobertas extraordinárias, como o AVE ou ROI não ter qualquer valor para as empresas, quando todos os estudos publicados indicam que estas são as métricas mais usadas pelos profissionais de comunicação para comparar a sua evolução e desenvolverem competitive benchmarking? Onde é que querem ir beber a inspiração para desenhar padrões de melhores praticas?
Pois bem.Às vendas das empresas.Ou seja, desenganem-se os departamentos de business intelligence, de market research, de marketing estratégico, de sales devellopment, de prestação de cuidados ao Cliente e da área de advertising. Vêem agora comunicar-nos, umas almas brilhantes, que todo o sucesso das vendas deve ser indexado à nossa comunicação.
Estou neste momento em Amesterdão.A semana passada, tive o prazer de almoçar com uma linda consultora, brilhante também, de Harvard, que está a implementar a estratégia Blue Ocean, com imenso sucesso, nos EU. Como assisti à apresentação do livro, pela sua autora, no evento do ano passado do Fórum de Marketing e já tinha lido a magnífica obra, estava à vontade para desenvolver o assunto.
Perguntei-lhe então, estavam connosco à mesa dois dos mais brilhantes professores de estratégia da actualidade, em que consistia a estratégia Blue Ocean. Disse-me: “Procuramos mercados, não populados, onde as empresas para quem desenvolvemos trabalhos, possam estar em mercados sem concorrência, ou seja procuramos Blue Oceans para os nossos clientes.”
Respondi-lhe, que isso era o que qualquer empresário faz. Que isso está no sangue, no ADN de qualquer empreendedor. Foi então que me disse: “Pois é isso que procuramos. Ver o mundo como se fossemos empreendedores e tentar passar essa mensagem aos nossos clientes. É que os empreendedores são só 2%”.
Fiquei satisfeito, apesar de tudo.
Senti-me importante.
Entre aqueles 2%.
É assim a vida.
Tudo tem um pacote, tudo tem um embrulho.
E só compra quem quer.
