Google lidera reputação nos EUA July 3, 2008
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Google (com uma pontuação de 81,85), Johnson & Johnson (81,28), Intel (80,38), General Mills (80,30) e Kraft Foods (80,29) são as empresas com melhores índices de reputação entre os norte-americanos, segundo um estudo da Harris Interactive. A presença do Google nesta lista, onde não estava há quatro anos, demonstra, segundo a AdAge, que mesmo não gastando um cêntimo em publicidade é possível uma empresa ser percepcionada de forma positiva pelos consumidores e ter boa reputação.
Para isso contribuem as percepções positivas de como se trata os empregados e a responsabilidade social.Em queda, por área de actividade, estão as indústrias de aviação, seguradora e financeira. Em termos positivos destaque para a área da tecnologia, viagens e turismo, retalho, produtos de consumo, telecomunicações e automóveis.
Microsoft é a melhor empresa para trabalhar January 29, 2008
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No âmbito da eleição de «As melhores empresas para trabalhar em Portugal», promovida anualmente pela «Exame» em parceria com a Heidrick & Struggles (H&S), a Microsoft manteve o primeiro lugar, pelo terceiro ano consecutivo, com uma nota de 87,6 por cento.

Sociedade da informação procura código de Ética November 21, 2007
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O desenvolvimento da Sociedade de Informação e os compromissos éticos que esta deveria abarcar estiveram hoje em discussão em Lisboa pela mão da APDSI. A associação reuniu um conjunto de convidados, do sector tecnológico, académico e empresarial, com o objectivo de dar continuidade ao debate cujo tema já foi objecto de uma conferência em 2004.
Uma das conclusões no final do colóquio recaiu na necessidade de implementar uma ética, um código que legitime as direcções do progresso e da responsabilidade social, ou, como referiu José Tribolet, professor do IST convidado para fechar a sessão, “é preciso criar um juramento de Hipócrates dirigido à Informação”, já que “não existe qualquer código de ética ou legislação no âmbito das TIC”.
Portugueses mantêm pessimismo November 11, 2007
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Os portugueses estão mais pessimistas em relação ao futuro do mundo do que optimistas. Esta é uma das principais conclusões do estudo «O Desenvolvimento Sustentável na Óptica de Cidadãos e Empresas», realizado pela APEME (Área de Planeamento e Estudos de Mercado) entre Junho e Outubro de 2007, por meio online, a 580 cidadãos e 54 empresas. Cerca de 40% dos cidadãos portugueses inquiridos mostraram pouca confiança em melhorias no futuro, com apenas 35% a acreditarem que a situação vai melhorar.
O estudo, apresentado ontem no seminário da Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) dedicado ao «Imperativo Ético», que procurou definir o estado do desenvolvimento sustentável em Portugal, mostra como a maioria dos portugueses (34%) considera que este significa acima de tudo uma preocupação com o ambiente, sendo também esta forma como grande parte dos inquiridos (58%) acredita contribuir para este desenvolvimento. Já da parte das empresas, outro dos vectores estudados nesta análise, apenas 28% dos representantes entrevistados acredita que o ambiente é o principal âmbito do desenvolvimento sustentável, sendo que 49% dá maior importância à integração e ética nas relações internas e externas.
No que respeita ao papel das instituições que se dedicam a práticas de responsabilidade social, as organizações não-governamentais recebem consideravelmente mais crédito que qualquer outra empresa, celebridade ou entidade estatal, sendo que 67% dos cidadãos consideram que estas estão «activas» ou «muito activas» nesta função, com 74% dos responsáveis das empresas a realçaram que estas têm dado «alguma» ou «muita importância» à temática do desenvolvimento sustentável.
Briefing
ONU, Cisco e Google lançam MDG November 5, 2007
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As Nações Unidas, a Google e a Cisco apresentaram um portal onde é possível seguir a evolução dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio, cujas metas incluem uma campanha mundial contra a pobreza mundial e a universalização da educação.
O site http://www.mdgmonitor.org inclui dados actualizados sobre os indicadores de desenvolvimento dos países - como os que se referem à saúde pública - e uma ligação ao Google Earth, que permite verificar o posicionamento das regiões monitorizadas.

A página foi apresentada mundialmente ontem como uma ferramenta útil para que o sector público e privado encontrem informação, sigam os avanços, identifiquem os défices e marque as áreas onde serão necessários esforços adicionais.
Citado pela Reuters, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon referiu que o MDG Monitor tem como objectivo comprometer a população com o seguimento dos objectivos mundiais traçados até 2015, numa altura em que “estamos a enfrentar uma emergência no desenvolvimento e necessitamos uma acção de emergência”.
O site estará brevemente em vários idiomas, incluíndo o Português.
Portugal lidera ranking da desconfiança October 26, 2007
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Dado que o artigo é extenso, deixo um sumário executivo para introdução:
- Os portugueses são o povo mais desconfiado da Europa Ocidental.
- A “ausência de confiança generalizada nos outros e nas instituições é mensurável e afecta a economia e a sociedade em geral”.
- Apenas os turcos conseguem ser ainda mais desconfiados.
- A desconfiança “afecta, obviamente, a economia” e indicia incapacidade das pessoas para trabalharem com outras em rede.
- A desconfiança social afecta, sem dúvida nenhuma, a competitividade.
- Os diplomatas portugueses foram os que mais infracções de trânsito cometeram.
- Para quase 20 por cento dos portugueses e franceses “para se chegar ao topo, é necessário ser corrupto”.
Agora as questões que ficaram por responder:
Qual a relação desta desconfiança com a reputação do país, dos políticos e dos empresários?
Os políticos actuais, de fraco intelecto, contribuem para esta situação?
Será o Estado o principal motor desta desconfiança?
Um país com esta cultura poderá alguma vez triunfar?
Está alguém preocupado em Portugal com a comunicação interna? (Como se faz em todas as empresas)
Artigo da Lusa:
Lisboa, 26 Out (Lusa) - Os portugueses são o povo mais desconfiado da Europa Ocidental e ocupam a 25ª posição entre 26 países num estudo da OCDE destinado a medir a amplitude da desconfiança e falta de civismo dos diferentes povos recenseados.
Os estudos da OCDE e da “World Values Survey”, citados no novo livro “A Sociedade da Desconfiança, por dois economistas franceses do Centro para a Pesquisa Económica e suas Aplicações (CEPREMAP), demonstram que esta “ausência de confiança generalizada nos outros e nas instituições é mensurável e afecta a economia e a sociedade em geral” em todos os países avaliados.
Os portugueses são, em média, os europeus mais desconfiados, à frente dos franceses (24º lugar) e da maioria dos outros povos desenvolvidos, de acordo com uma outra sondagem realizada entre 1990 e 2000 pela «World Values Survey» que inclui os países membros da OCDE, nomeadamente EUA, Japão, Austrália e Canadá. No último lugar, imediatamente depois de Portugal, apenas os turcos conseguem ser ainda mais desconfiados.
Em resposta à pergunta, “regra geral, pensa que é possível confiar nos outros ou acha que a desconfiança nunca é suficiente?”, os portugueses ficaram no último lugar, com menos de 18 por cento a responderem afirmativamente. Os franceses situam-se imediatamente a seguir em termos de desconfiança média relativamente aos demais e às instituições.
No outro extremo, 66 por cento dos suecos e 60 por cento dos dinamarqueses admitem por regra confiar nas outras pessoas e nas suas instituições.
Numa comparação entre pessoas com o mesmo nível escolar, sexo, situação familiar, religião e orientação política, face aos noruegueses que ocupam o primeiro lugar relativo aos que mais confiam, os portugueses só ficam à frente da França, Hungria, Turquia e Grécia.
O economista e professor universitário Mira Amaral disse à Lusa “não ter ficado surpreendido” com estas estatísticas. Para o antigo ministro da Indústria do primeiro governo de Aníbal Cavaco Silva, a desconfiança “afecta, obviamente, a economia” e indicia incapacidade das pessoas para trabalharem com outras em rede.
“A desconfiança mostra que não acreditamos nas outras pessoas e no país, e quando uma pessoa não confia no seu país não investe”, sublinhou, acrescentando que os portugueses “são pouco liberais e muito estatistas”.
Opinião semelhante tem o economista António Nogueira Leite para quem “a desconfiança social afecta, sem dúvida nenhuma a competitividade” ao criar entropias que complicam as relações económicas e por implicarem o “falhanço de alternativas” válidas. “É um indicador importante”, afirmou, referindo-se às estatísticas recolhidas nestes estudos.
O também economista e professor universitário João César das Neves, embora só concorde em termos gerais, afirma-se “surpreendido” com a colocação de Portugal porque, apesar dos portugueses serem um “povo muito desconfiado há pior na Europa”.
Graças aos franceses, que em regra se situam nos estudos citados quase sempre pior colocados, os portugueses são os menos cívicos e apenas ultrapassados por mexicanos e franceses, ocupando também a terceira posição entre os povos que acham legítimo receber apoios estatais indevidos (baixas por doença, subsídios de desemprego etc.), adquirir bens roubados (14º lugar para os portugueses contra 20º lugar dos franceses) ou aceitar luvas no exercício das suas funções (12º lugar para os portugueses para 21º lugar dos franceses).
Para Mira Amaral estas estatísticas tornam evidente também o problema do Estado providência que não suporta indefinidamente os abusos de pessoas sem escrúpulos que recebem apoios sociais indevidos através de métodos fraudulentos, por exemplo para conseguirem baixas médicas.
“Este comportamento não é atávico” nos portugueses, no sentido de que não possa ser remediado, mas é “uma grande pecha”, afirma.
A maioria dos inquiridos nos estudos da OCDE e no livro diz, contudo, condenar a falta de civismo, qualquer que seja o país considerado. No entanto, os habitantes dos países nórdicos e anglo-saxónicos são maioritários em relação aos do Mediterrâneo ao considerarem que tais actos nunca se justificam.
Os autores dos diferentes estudos chegam à conclusão que a falta de civismo é transversal a todas as sociedades e não apenas às pessoas com menor nível escolar.
De acordo com o comportamento registado entre os diplomatas de 146 países nas Nações Unidas, e nos consulados em Nova Iorque, no que respeita ao cumprimento das regras de trânsito, constata-se que entre 1997 e 2005 os diplomatas portugueses foram os que mais infracções cometeram, mas beneficiando de imunidade, entre os ocidentais (68º lugar), bastante pior situados do que os espanhóis (52º) e só à frente dos franceses (78º).
Na longa lista de estatísticas sobre comportamento, o das empresas portuguesas no estrangeiro são as que menos envergonham ao situarem-se a meio da tabela, no 15º lugar, entre as que menos tentativas fazem para corromper nos mercados onde se instalam.
Segue-se uma lista decrescente integrada pela França, Espanha, EUA, Bélgica, Holanda, Alemanha, Reino Unido, Canadá, Áustria, Austrália, Suécia e Suiça.
As empresas que mais tentativas de corrupção fazem são as da Índia, China, Rússia, Turquia, Taiwan, Malásia, África do Sul, Brasil, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Itália, Israel, Hong Kong, e México.
Para quase 20 por cento dos portugueses e franceses “para se chegar ao topo, é necessário ser corrupto“.
Neste aspecto, Mira Amaral faz questão de explicar que existem duas motivações. Uma assente na inveja dos que não suportam ver alguém triunfar, e outra dimensão baseada na convicção justificada do povo de que a classe política, através de esquemas, promoções e “amiguismo”, consegue obter mais privilégios do que os devidos.
“A promiscuidade entre grupos económicos e políticos leva as pessoas a terem alguma razão nessa sua desconfiança“, constata Mira Amaral.
“Hoje em dia não se é premiado por se ter tido uma boa carreira, mas por amiguismo”, sublinha o antigo governante que confirma ter constatado inúmeras vezes este fenómeno e o ter sofrido na pele.
O antigo ministro reconhece que “há um grande tráfico de influências e de amiguismo” que favorece indevidamente os circulos que disso beneficiam.
Belgas, Franceses, italianos e portugueses são os povos europeus que menos confiam na sua administração da justiça, contra os dinamarqueses que ocupam o 1º lugar entre os que mais confiança depositam no respectivo sistema judicial.
Curiosamente, os portugueses são dos que mais confiam no seu parlamento (9º lugar), apenas atrás da Suíça, Espanha, Áustria, Finlândia, Dinamarca, Suécia, Holanda e Noruega, e ocupam paradoxalmente o mesmo lugar no “ranking” dos que mais confiam nos sindicatos, apesar das elevadas taxas de desvinculação sindical.
Os mexicanos, seguidos dos turcos, checos, gregos e franceses são os que declaram não ter “nenhuma confiança” nos respectivos parlamentos.
No seu livro “A Sociedade da Desconfiança”, Yann Algan e Pierre Cahuc consideram que a origem da desconfiança se baseia no corporativismo e no estatismo. Essa mistura criou em vários países um “círculo vicioso de desconfiança e de disfunções do modelo económico e social”, liquidando a bandeira do universalismo que alguns povos gostam de apresentar.
O estudo dos dois economistas franceses revela que, se não existisse uma desconfiança tão elevada em relação às outras pessoas e às instituições (governo, parlamento, sindicatos), em média por habitante, os portugueses teriam aumentado em 18 por cento os seus rendimentos médios entre os anos 2000 e 2003 com efeitos idênticos sobre o PIB.
João César das Neves considera que a desconfiança é “sem dúvida” um elemento importante para a dinâmica económica, mas que ela é, antes de mais, uma “terrível influência para a vida social e o equilíbrio pessoal e familiar“. Para este economista, o efeito sobre o crescimento ainda é o menos importante.
Os autores do estudo dizem relativamente à França, citando os principais líderes políticos, entre os quais Francois Bayrou, que o país vive a “mais grave crise da sua história recente, e que esta é uma crise de confiança” nas instituições e nos diferentes órgãos do Estado.
Mira Amaral concorda e considera que “genericamente as estatísticas apresentadas também estão de acordo com as características dos portugueses como povo”.
João César das Neves acha que esse elemento é importante, mas secundário, sublinhando mais o facto de vivermos numa época de transição social, com enorme transformação das instituições, hábitos e costumes e a consequente crise cultural, que é particularmente visível na Europa.
“Além disso, a tradicional tendência portuguesa para a violação das regras também tem efeitos, junto com a má qualidade da classe política”, destaca.
Pouco optimista, afirma que a desconfiança tem flutuado ligeiramente com as crises económicas e políticas. “Estamos hoje melhor que há três anos, mas pior que há dez. Mas trata-se de pequenas alterações à volta de um nível baixo”, conclui.
O velho ditado com “um olho no burro e outro no cigano” parece continuar a guiar o comportamento quotidiano dos portugueses.
SRS.
Lusa/fim
Unesco e Google criam biblioteca mundial October 23, 2007
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A Unesco estabeleceu uma parceria com o Google e prepara a criação de uma biblioteca mundial totalmente acessível pela Internet. Inclui trabalhos literários de todas as partes do mundo, revelou a Organização Cultural, Científica e Educacional da Organização das Nações Unidas.

Manuscritos, mapas, livros, partituras, gravações musicais, filmes, gravuras e fotografias serão incluídos no projecto. O projecto vai permitir aos utilizadores pesquisar por lugares, épocas, temas e instituições.
Barclays lança programa de responsabilidade social Banking on Brighter Futures October 10, 2007
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No seguimento da sua política de responsabilidade social, o Grupo Barclays anunciou, em comunicado, a sua primeira estratégia global de investimento na comunidade - Banking on Brighter Futures. Para apoiar 1.500 projectos em todo o mundo, o Barclays vai investir nos próximos cinco anos 150 milhões de dólares e contar com o contributo dos seus colaboradores para dedicarem 150 mil horas do seu tempo ao Banking on Brighter Futures.
Este programa tem como objectivos promover a educação financeira, o empreendedorismo e o emprego e combater a exclusão financeira.Com o lançamento do programa Banking on Brighter Futures, o Chairrman do Barclays, Marcus Agius, afirmou «a privação é uma problemática que afecta muitas pessoas em todo o mundo. O Barclays e os seus colaboradores podem apoiar as comunidades onde o banco está presente e fazer uma grande diferença. Temos fortes antecedentes na área da responsabilidade social, mas este novo programa ampliará significativamente o alcance e escala de nossas actividades».
Em Portugal, o Barclays “tem seguido o compromisso de contribuir para o desenvolvimento socio-económico da comunidade local, promovendo o empreendedorismo junto de crianças e jovens em risco para ajuda-las a relacionar-se com o mundo fora da sala de aula e incentivar a educação financeira”.
No último ano e a nível global no Grupo Barclays em todo o mundo, 19.672 colaboradores dedicaram o seu tempo e aptidões ao voluntariado. Dentro deste número, cerca de 10.000 fizeram acções de voluntariado durante as horas de trabalho. Em Portugal mais de 10% dos colaboradores participaram nestas acções, alcançando mais de 900 horas de voluntariado e mais de 300 horas de formação relacionada com voluntariado. De acordo com a instituição financeira, em 2007 vão ultrapassar os 20% de colaboradores envolvidos em acções de voluntariado.
M&P
